Instituto Martins de Arquivologia
1.0 Missão
1.0 Missão
• Plano de Gestão Documental
• Implantação e Organização de Arcevos
• Outros Serviços
• Projetos Especiais
2.0 Equipe
Lei do Arquivista
Teatro Panorama
Equipe com DRT
3.0 Contatos
4.0 Objetivos
Criar sistema de informação adequado, com aplicação do direito, visando contribuir para a sustentabilidade de nossos clientes, contra onerosas penalidades advindas de fiscalização de diversos do Estado.
Promove a inclusão social através do oferecimento de cursos de capacitação ao cidadão-beneficiários e inserção ao mercado de trabalho.
5.0 Plano de Gestão Documental
Tabela de Temporalidade Documental - TTD.
Taxonomia.
Fluxo Documental por Processo / área.
Manuais de Procedimento.
Implantação e Organização de Arcevos
Centro de Documentação.
Arquivos
Biblioteca
Museus
Outros Serviços
6.0 Gestão de Pessoas
Alocação de Mão de Obra, capacitadas, para organização e manutenção dos demais diversos tipos de arcevos (Biblioteca, Museus, Arquivos, Centro de Documentação).
Projetos de Instalação
Desenvolver planejamentos conforme a necessidades:
Readequação das Áreas
Construção de novas instalações.
Logística
Planejamento em Gestão de Material
Organização de Almoxarifado interno ou terceirizado
Projetos Especiais
Diagnostico Situacional
Microfilmagem
Digitalização
Custodia de Documentos
Resgate de Memória Histórico da Empresas
Consultoria para Desenvolvimento de Novas Soluções.
7.0 Equipe
Formada por uma equipe de profissionais capacitados para o cumprimento de sua missão, o Instituto Martins de Arquivologia.
Conta ainda com colaboradores e parceiros especializados, cada qual na suas respectivas áreas de atuação, constantemente
Lei do Arquivista
O exercício da profissão de ARQUIVISTA só é permitido, segundo a lei 6.546/78 que regulamenta a profissão, aos diplomados por Curso Superior em Arquivologia, ou aqueles que na época de publicação da Lei comprovaram pelo menos, cinco anos ininterruptos de atividade ou dez intercalados. Estes foram, em 1978, provisionados, e receberam registro de ARQUIVISTA. Ainda segundo a lei, estes profissionais precisam se registrar na Delegacia Regional de Trabalho de seu estado.
Muitas pessoas acreditam que documentos antigos, empoeirados e amarelados são as ferramentas de trabalho que um arquivista utiliza no seu dia-a-dia. No entanto, trata-se de apenas mais uma das muitas confusões que ocorre quando se fala nessa profissão, assim como a ligação (errônea) que se costuma criar entre o ARQUIVISTA e o Bibliotecário.
O arquivista é o profissional capaz de recuperar, no menor tempo possível, uma informação armazenada em qualquer que seja o meio, seja ele físico, digital ou virtual. A gestão arquivística de documentos e informação implica produção, circulação, uso, arquivamento, recuperação e classificação de documentos que vão desde certidões de nascimento até documentos sigilosos de guerra, passando por relatórios fundamentais a uma rápida e eficaz tomada de decisão gerencial. A consulta ao documento certo, sem perda de tempo, pode garantir rápidas decisões e até um posicionamento estratégico mais eficiente.
Muitas organizações estão procurando ARQUIVISTAS para organizar a distribuição e o armazenamento de informações da empresa. Vários concursos públicos estão buscando profissionais formados em Arquivologia, para facilitar a tomada de decisão por parte dos administradores. Ao buscar um estágio, em geral, o estudante não encontra dificuldades, pois o número de oportunidades costuma ser maior do que o número de estudantes.
Hoje muitas áreas do conhecimento têm percebido a arquivologia enquanto diferencial competitivo no desenvolvimento de suas atividades, justamente pelo caráter informacional que o ARQUIVISTA consegue agregar a estas atividades. As técnicas e princípios da arquivologia têm garantido a muitas empresas obterem cases de sucesso em seus projetos.
A profissão de ARQUIVISTA encontra-se em efetiva ascensão, com diversificado mercado de trabalho: arquivos históricos e administrativos, arquivos empresariais, arquivos pessoais, centros de documentação e memória, arquivos especializados, consultorias arquivísticas, serviços ou redes de informação, órgãos de gestão do patrimônio cultural, gerenciamento Eletrônico de Documentos, Inteligência Competitiva, Gestão do Conhecimento, Gestão da Qualidade, etc.
Ainda existe um estigma de que uma pessoa que trabalha com arquivos tem uma ocupação monótona e que lida apenas com um monte de papéis velhos, mas fica patente a cada dia que, quem já percebeu o quanto o ARQUIVISTA pode contribuir no apoio à gestão, especialmente na era da informação, está partindo na frente no mercado e obtendo excelentes resultados.
TEATRO EMPRESARIAL - UMA FERRAMENTA ALTERNATIVA
MERCIA RODRIGUES
JANICE MORAES
“Quando se pintam os homens é preciso pintar ao vivo”
Molière
Vivemos uma época onde os aspectos profissionais estão voltados para a busca de crescentes níveis de qualidade, produtividade, ampliação de mercados, competitividade. Vivemos uma época em que as Empresas, de quaisquer fins, têm que investir numa nova mentalidade, onde o professional seja qualificado, valorizado e sempre esteja em constante atualização.
A proposta do INSTITUTO MARTINS DE ARQUIVOLOGIA E PANORAMA TEATRAL facilita e inova os meios convencionais de treinamento, buscando sempre a possibilidade de um processo de crescimento humano e de mudança de paradigmas na organização.
A dramatização é um excelente veículo de aprendizagem e mudanças de comportamento, pois propõe situações em que as pessoas possam identificar-se com os personagens e ações facilitando a sensibilização dos funcionários para a reflexão e solução de problemas, promovendo aprimoramento da qualidade de seus produtos e serviços.
O TEATRO (PANORAMA) – cujo diferencial entre outras artes, é a presença do ator ao vivo – permite a representação entre os espectadores (no caso, funcionários), estabelecendo contato direto com esta platéia, construindo situações entre estes, incluindo-os na arquitetura da ação, estimulando-os à participação e à conscientização dos problemas internos.
O TEATRO EMPRESARIAL não deve ser entendido como mero entretenimento, mas como uma ferramenta alternativa, um verdadeiro dispositivo, atrelado às demandas da Empresa e a possibilidade de um diagnóstico mais amplo e transversal (transversal no sentido de fazer a Empresa perceber a teia das circunstâncias internas, apreendendo-a no sentido ativo, problematizando questões, permitindo observar as redes que se cruzam, as relações que se constroem (ou desconstroem); perceber em toda a sua estrutura onde algo esbarra, atravessa, desconecta ou interrompe o fluxo contínuo).
O teatro torna-se uma ferramenta eficaz porque lida com diversas linguagens, com uma variedade múltipla de signos e também porque se constrói fundamentalmente através da relação grupal.
Quando se fala em qualidade total, em meta ferramentas, em Empresa de sucesso, a condição qual nos é o ser humano e a valorização de sua criatividade, imaginação, habilidade, percepção de situações novas, raciocínio sistêmico, tomada de decisões, aspectos estes comuns no fazer teatral.
Uma das maneiras de se trabalhar com o teatro na empresa é através da apresentação de uma cena como estímulo para debates e cuja temática é desenvolvida para abrir questões e não para encerrar “verdades”. A cena busca ser provocadora, mobiliza Dora, capaz de aquecer o público para uma leitura que forneça subsídios para reflexões e mudanças.
Outra maneira de se trabalhar é fazer a platéia Ver/ Refletir uma cena para, em seguida, através de um processo interativo, estimular o funcionário para Viver a situação (muitas vezes inconscientemente produzida por ele no dia-a-dia de seu trabalho). Ele, agora, passa de espectador à protagonista da ação dramática, de objeto a sujeito, de observador a agente.
Assim, ao viver a história do outro (por exemplo, de atendente a cliente), ele tem uma nova ótica do processo, das tessituras do mercado, uma visão mais ampla da cadeia das relações e da emergência do outro.
O teatro, dessa maneira, permite uma expansão de seus atributos, abrindo portas para Diagnósticos na Empresa, Seleção/ Recrutamento, Avaliação Psicológica e Treinamento. A trilogia VER/ DEBATER/ VIVER estabelece uma dinâmica rica, concreta, viva e de mudanças imediatas. Os papéis agora se invertem. Mais do que a Empresa que patrocina o teatro, é o Teatro que ajuda a “patrocinar” o crescimento humano na Empresa.
A Empresa que aposta no desenvolvimento do seu funcionário, encontra no Teatro Empresarial uma ferramenta de grande valor, pois as cenas servem como um “envolvimento” para uma seqüência de trabalhos.
VIVER o processo de transformação é a única forma de mudança de comportamento almejado pela Empresa. Nesta abordagem, outras ferramentas como Psicodrama, Arte terapia, Dinâmica de Grupo, Teatro Interativo, etc., fazem uma perfeita união com a proposta do Teatro Empresarial.
No Teatro damos a oportunidade do indivíduo de identificar-se com os personagens, sem uma exposição direta. As pessoas se colocam para o personagem e não para o “problema real”. Caminhando um passo além, consegue-se inverter papéis no plano do “como se”, o que dá uma nova roupagem a antigos tabus. Dados de realidade emergem mais facilmente de forma “lúdica” e isso fica totalmente claro no momento dedicado a um debate ou a um compartilhar de sensações experimentadas.
Como diria Charles Chaplin “Mais do que máquinas, somos humanos” e é na esteira desta humanização que o Teatro Empresarial pretende caminhar, levando a mudança de postura individual, grupal e Empresarial.
Analista de Gestão DocumentalSocia-
Apoio a Central de Pesquisa Tecnologica de Gestão Documentos
Mercia Rodriguês Oliveira
CEL: (55011) 8931 8819
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